By Guia.
Num tempo onde as considerações sobre parcelas específicas da humanidade se fazem uma constante, nomeia-se alguém para definir a evolução ou necessidade de repetição das reflexões mais profundas a que se tem feito ultimamente...
Busquemos constantes então. Coesão. Alegrias complementares ao estado de felicidade e reflexões em exceso... mas com o puro objetivo de tornar as coisas mais simples do que parecem. Mais doces, talvez.
E vamos deixar então que tudo que pareça complicado e, porque não, distante, torne-se um mundo de complexas reviravoltas que não sejam assim tão necessárias.
Que o que se busque em conceitos de felicidade associada ao fator de estar vivo seja apenas o belo e incompreensível prazer de provar da vida em sua essência. Viver emoções simples ao lado de gente que a gente goste ou que pelo menos tenhamos algum carinho.
Vamos viver de forma mais descomplicada, mas apenas no sentido de não tentar buscar nas entrelinhas da vida as imperfeições que fazem dela tão bela. Que não busquemos na reflexão algo capaz de nos fazer rever o que fizemos e o que faremos, mas sim a contemplação de sua complexidade e, consequentemente espero, sua apreciação.
Em toda sua plenitude.
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