By desbravador-contemplador
Ás vezes parece que as fronteiras das coisas que a gente acredita expandem-se baseadas no que fazemos ou vemos.
Mudam e nos fazem refletir baseadas em perdas e considerações, gradativas ou súbitas mudanças na nossa vida. Ou pelo menos naquilo que acreditávamos até então.
E assim estas fronteiras mudam. Mas à que preço? A letra da música me vem à cabeça...
"Longe se vai, sonhando demais... Mas onde se chega assim?"
A que preço mudamos a nós mesmos e as nossas fronteiras? Seria o que nos machuca o preço a pagar, ou seria apenas o que move as fronteiras, baseado no que achamos que é sofrimento e/ou decepção... mas que, alheio a nossa racionalização do momento, nada mais é do que combustível para mover a vida adiante, tornando-nos mais fortes?
Assim... é certo questionar e refletir sobre isso ou devemos ser fortes, tentar ignorar um fator para dar valor a outro fator que, embora tenha o apoio da concepção do "Eu" como base para ser considerado bom, vai de encontro a nossos sentimentos e descobertas?
Longe se vai...
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